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O II Fórum Potiguar de Cultura será em 28 de fevereiro, exato um ano após o primeiro, que também se deu no auditório do IFRN Liceu das Artes, no centro da cidade, em 2011.

O Fórum Potiguar de Cultura é uma iniciativa da sociedade civil que envolve artistas, produtores, trabalhadores e demais agregados do setor, na perspectiva de elaborar e construir um panorama que venha subsidiar a permanente construção de uma política cultural em conformidade com as reais necessidades e inerências relativas aos que trabalham e militam nessa área.

Nesse sentido, na intenção de afinar-se com o atual processo, onde novos modelos de participação e gestão cultural estão sendo adotados e estabelecidos, o Fórum convidou a Secretaria da Economia Criativa, na pessoa de sua gestora, a Sra Cláudia Leitão, a se fazer presente para uma palestra e debate acerca do tema. Pasta recente, a secretaria vem sendo implantada com a missão de dimensionar o perfil e o tamanho dos setores que envolvem o círculo criativo em desenvolvimento no Brasil, além de fomentar sua capacitação e crescimento, alinhada com parcerias e instituições que também tenham esse fim, dentro de programas como o Criativa Birô, aos poucos sendo implementado país afora. A gestora de cultura Cátia Lopes, do Sebrae/RN, um dos aliados dessa iniciativa nos estados, foi convidada para integrar esse momento por essa razão.

Também se fará presente a secretária extraordinária de cultura do estado, Sra. Isaura Rosado. Sua participação aborda os fundos culturais como um vetor à participação cidadã, permitindo o acesso ao recurso público de forma mais democrática e transparente. E ainda, em outro momento da programação, o deputado estadual Fernando Mineiro e o vereador municipal George Câmara discutem a atuação do legislativo em defesa de uma política cultural para o RN.

Consta ainda entre estes horários uma etapa para o lançamento da versão impressa da Cartilha de Diretrizes para a Cultura do Rio Grande do Norte, em ocasião onde o fórum tematizará sua própria importância ou necessidade, sendo uma ferramenta oportuna para colocar-se como interlocutor dos setores artísticos, buscando uma atuação conjunta arquitetada e bem objetiva, seja dentro dos conselhos, nas comissões normativas, nas câmaras temáticas etc.

Conduzido por uma pequena comissão executiva integrada por Esso Alencar, Tatiane Fernandes e Lula Borges, o evento do Fórum Potiguar de Cultura vem sendo realizado para servir como um instrumento que influencie na construção de uma política cultural para o estado em sintonia com os parâmetros do Sistema Nacional de Cultura.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES

Esso Alencar, 9606 1926  -  Lula Borges, 8855 4059  -  Tatiane Fernandes, 8855 2600

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cooperativa reunida

Fundada há 2 anos por iniciativa dos próprios músicos, a Rede Potiguar de Música vem sendo responsável por dinamizar a cadeia produtiva do setor, organizando-se a partir das recentes demandas exigidas por uma nova realidade em construção. Tem sido cada vez mais necessário se adequar a um novo modelo, atualmente sendo configurado em conformidade com uma prática política mais moderna e tecnologias em evolução.

Tal não pode ser outro o caminho escolhido e a ser trilhado por um grupo de músicos e outros profissionais ligados à categoria, que respondem dentro da Rede por diferentes entidades representativas, cada dentro de sua especificidade, entre as quais se encontram o Fórum Permanente de Música (FPM/RN), o Sindicato dos Músicos (Sindimusi/RN), além da recém-criada COMPOR – Cooperativa da Música Potiguar.

Com todos esses procedimentos, e apesar de eventuais desacertos, a música potiguar vem procurando um jeito para se posicionar de forma clara e diligente perante todas as questões que envolve os elos de sua cadeia. Buscar essa sincronia com a atualidade e demandas que são pertinentes a outros cenários e estados brasileiros, se mantendo antenada com as diretrizes de uma política específica para a área já nos coloca numa perspectiva mais acertada dentro do compasso de nossa época. Esqueçamos os antigos ranços, os velhos modos do passado, e apostemos nossas fichas em uma postura mais proativa, organizada e coletiva.

Após esse demorado e complexo processo de legalização da cooperativa, para a qual todos os membros mais ativos da Rede foram arrastados, resta-nos agora nos reorientarmos para identificar de maneira mais equilibrada o novo papel da Rede Potiguar de Música, pois ela sim que será o grande baluarte de nossas lutas e conquistas, agregando novos parceiros e articulando novos arranjos para conjuntamente trabalharmos por uma evolução daquilo que optarmos por construir visando melhorias e definições desses cenários até aqui um pouco imprecisos.

O fato é que já há algumas gerações a música local vem passando por tentativas de sedimentar sua atuação, de forma sustentável, tanto política quanto economicamente, e nos encontramos mais uma vez em plena empreitada. Contamos desde a primeira hora com o apoio do Sebrae, que tem sido o ambiente de toda essa recente reformulação, e revitalizamos o Fórum Permanente, além de criarmos a cooperativa. Não é pouco, mas ainda queremos muito mais. Estamos às vésperas de lançar o nosso primeiro catálogo, com artistas e prestadores de serviço relacionados, e deveremos em breve firmar vários convênios com outras instituições, ao mesmo tempo em que estamos nos abrindo para iniciar uma interiorização de nossa atuação, a se configurar de forma mais enfática com a adesão da Unibam, entidade que reúne as bandas de música de várias cidades do estado.

Para absorver esta e outras importantes entidades, maiores ou menores, iniciando-se ou já expressivas, temos que manter aberta essa porta para onde entramos, e oferecer a cada dia a mais, maturidade, capacidade, força e coesão.

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Toca Raul Seixas Banda Clube

30 novembro, 2011

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A Raul Seixas Banda Clube vai apresentar o show Tolo de Ouro no Luau Locau!
para reler com originalidade e criatividade a obra do maluco beleza, um dos nomes mais incríveis da música brasileira.

Para a ocasião está sendo dada ênfase ao rearranjo de algumas das criações do roqueiro,
abolindo as músicas mais óbvias em favor das mais interessantes e adequadas ao roteiro do show.

Raul deixou uma obra infinitamente rica, que mesmo com o passar do tempo vem possibilitando novas abordagens,
com temáticas inteligentes e voltadas para vários assuntos cada vez mais atuais, aliando a todos uma fina pitada de ironia.

Essa crítica ácida e refinada foi uma das principais componentes para a escolha das composições e suas interpretações,
sendo o caso de “Aquela Coisa”, “Novo Aeon” e “Só pra Variar”, além de outras mais tocadas, como “Meu Amigo Pedro” e “Eu Também vou Reclamar”.

Luau LOCAU!
10 dez 2011, 21h
Zen Bar Café
9984 3011
Pium/RN

R$ 5

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bâner eletrônico p divulgação

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COMPOR estrea Show Uníssono

 

A Rede Potiguar de Música vem trabalhando cada vez mais firme no intuito de organizar o setor musical em busca de conquistas para sua cadeia produtiva. Os profissionais músicos e outros demais envolvidos com o desenvolvimento de suas atividades acabam de criar a Cooperativa da Música Potiguar – COMPOR, a ser o elo econômico dentro dessa Rede, hoje em dia integrada também por outras entidades, tais como o Sindimusi-RN (sindicato dos músicos) e o Fórum Permanente de Música do RN, este parte do Fórum Nacional de Música, atualmente com uma atuação relevante dentro das discussões em aberto por uma política pública para a música do país.

Em assembleia recente os membros fundadores da COMPOR elegeram seus conselhos administrativo e fiscal, responsáveis mais diretos pelos primeiros passos da cooperativa em seu mandato inicial, tendo assumido a presidência o cantor e compositor Esso Alencar, sendo vice o instrumentista Paulo Sarkis. Ambos estão engajados nas mobilizações, alinhados com as diretrizes nacionais em voga, e coordenam atualmente o Fórum Permanente de Música do RN. A cooperativa também conta inicialmente com nomes expressivos em atividade na cena natalense como Antônio de Pádua, Carlos Zens e Nara Costa, só para citar alguns exemplos.

Formada por músicos e outros agentes da cadeia produtiva da música, a COMPOR fez sua primeira aparição pública no show Uníssono, apresentado no dia18 de outubro no palco do anfiteatro do campus da UFRN, dentro da programação da XVII Cientec. Uma versão instrumental do mesmo show também será tocada no dia 23 desse mês em edição especial do Som da Mata, no Parque das Dunas.

Organizados a partir de suas demandas específicas, a música potiguar vem se articulando para fazer crescer o setor sustentavelmente e prepara para breve o lançamento do seu primeiro catálogo, onde relacionam artistas e prestadores de serviços, possibilitando uma maior interação e fomento de negócios entre seus integrantes, procurando saídas para empecilhos tradicionais ao alavancamento de uma nova realidade para a área, procurando trazer mais aperfeiçoamento para os profissionais artistas e técnicos, no intuito de oferecer capacitação para os interessados, travando uma luta justa por cachês mais dignos, discutindo a cobrança e repasse do direito autoral, investindo em projetos que tenham a clara intenção de contribuir de forma efetiva para o processo de formatação de uma política pública objetiva e transparente, fomentando o desenvolvimento de ações favoráveis, com mecanismos de incentivos concretos aos que trabalham nesse segmento.

Além do mais, os músicos e produtores locais se ressentem do tratamento desigual e mesmo falta de respeito das instituições políticas do município e estado em relação aos casos do pouco investimento na esfera local versus os cachês abusivos, constatados com o pagamento recente do show da trupe gospel Diante do Trono (250 mil), e mais anteriormente o Pe. Fábio de Melo (200 mil), por exemplos. Os dois valores superam o montante do fundo municipal, o Fundo de Incentivo à Cultura – FIC 2011, que saltou de 200 para 400 mil esse ano, tendo que atender a todas as demandas de todos os setores culturais do município.

Estes fatos fazem notar o distanciamento e a diferença entre os padrões de contrato, evidenciando o desprestígio das pautas dos artistas que trabalham com a música potiguar. Para combater estas distorções aberrantes, são aconselháveis medidas legais, que possam reduzir essa margem gigante que despeja recursos no que é produzido lá fora em detrimento do local. Cobra-se ainda a lisura das entidades públicas da área cultural no que diz respeito ao atraso no pagamento de cachês, cumprimento de editais, a efetiva participação dos conselheiros representantes da sociedade civil, mais a agilidade para implantação dos planos estadual e municipal de cultura, adesão ao sistema nacional e investimentos no setor, com recursos aplicados em projetos discutidos com a classe.

Várias novas ações estão sendo avaliadas entre os cooperados e outros integrantes da Rede, como instrumentos que possam ser favoráveis ao seu aprimoramento e úteis no fortalecimento e avanço dessa situação.

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Acre Ano

6 setembro, 2011

Iº Seminário Cooperativismo Musical (Rio Branco, Acre - ag/2011)

agosto de 11,

O que vimos em Rio Branco e que nunca nos deixará esquecer de lá foi a
paixão.

Mesmo os menos românticos sabem que algo aconteceu naquelas cenas
desdobradas nos dias no Acre.

O impulso, os ímpetos, intransigências, os bastidores, os ensaios, as
comoções, as composições …

Tudo isso fez do primeiro seminário um momento singular nas nossas próprias
trajetórias, artísticas ou não, nos levando a marca-lo com essa significatividade.

Parabéns!, para todos nós.

Os envolvimentos que presenciei, as dinâmicas, as discussões acaloradas, os
embates …

E acima de tudo, a música. Ela a nos puxar para o entorno desse eixo
monumental, que dá centro ao Brasil.

Sua música. A minha música. A nossa música. Um patrimônio que agrega ao país
o seu ponto cultural mais forte.

O futebol não chega(rá) aos pés do que significará a bola alta da música num
futuro para onde apontam os tempos. hehe.

Para mim, além do fortalecimento político como resultado, foi muito
importante o impacto artístico, o que me gerou grande alegria.

Quero dizer, a bateria alta pa caramba do André lá no beco, tocando com
aquele guitarrista acreano louco e incrível, Charles Ssampaio, acho.

A apresentação emocionante e inesperada do Álvaro Santi, a beleza de Estela,
o bandolin do Tony, o baixo do Sarkis, a simpatia do Cícero, …

A verve do Makely, a espontaneidade de todos, … Ah, isso foi bacana de
ver e eu fiquei feliz em ter vivenciado esse processo.

E, no mais, que voltemos outra vez ao Acre, para vermos o seu rio cheio.

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A caravana musical potiguar que foi à Feira de Música de Fortaleza regressou do encontro no Ceará após uma bem sucedida participação de seu grupo, que investiu junto com o Sebrae/RN num modelo diferenciado de sua atuação dentro do evento, convidando a vizinha Paraíba para fundirem seus estandes, ambientando-os com decoração personalizada e contratando equipamentos de sonorização, o que resultou numa programação festiva e rica, com pequenas apresentações de artistas dos dois estados, e também com uma excelente repercussão nos quatro dias da feira no Dragão do Mar.

De volta, o coletivo que se reúne através das entidades que estão organizando o setor no RN, já enviará nessa semana dois de seus nomes para o Iº Seminário de Cooperativismo Musical, a acontecer na capital acreana Rio Branco entre os dias 24 e 28 desse mês. Estarão entre os participantes os músicos Paulo Sarkis e Esso Alencar, respectivamente vice e presidente da recém-criada COMPOR – Cooperativa da Música Potiguar.

Cada vez mais alinhada com os novos pilares que estão sendo erguidos para dar sustentação a um grande sistema cultural no país, a Rede Potiguar de Música anuncia para este semestre a publicação de um catálogo que começa a listar os profissionais do segmento em atividade na capital e região metropolitana, devendo avançar para alcançar outros integrantes noutras regiões potiguares em suas versões futuras.

Outra clara intenção do grupo será contribuir de forma efetiva para o processo de formatação de uma política pública objetiva e transparente para o setor, fomentando o desenvolvimento de ações favoráveis aos que trabalham dentro da cadeia produtiva da música, com mecanismos de incentivos concretos. Além do mais, os músicos e produtores locais se ressentem do tratamento desigual e mesmo falta de respeito das instituições políticas do município e estado, em relação aos casos do pouco investimento na esfera local versus os cachês abusivos, constatados com o pagamento dos shows da trupe gospel Diante do Trono agora (250 mil), e antes o Pe. Fábio de Melo (200 mil), por exemplos. Os dois valores superam o do Fundo de Incentivo à Cultura – FIC 2011, que saltou de 200 para 400 mil esse ano, tendo que atender a todas as demandas de todos os setores culturais do município.

Estes fatos fazem notar o distanciamento da diferença entre os padrões de contrato, evidenciando o desprestígio das pautas dos artistas que trabalham com a música potiguar. Para combater estas distorções aberrantes, são aconselháveis medidas legais, que possam reduzir essa margem gigante que despeja recursos no que é produzido lá fora em detrimento do local. Cobra-se ainda a lisura das entidades públicas da área cultural no que diz respeito ao atraso no pagamento de cachês, cumprimento de editais, a efetiva participação dos conselheiros representantes da sociedade civil, mais a agilidade para implantação dos planos estadual e municipal de cultura, adesão ao sistema nacional e investimentos no setor, com recursos aplicados em projetos discutidos com a classe.

Várias novas ações estão sendo avaliadas entre os cooperados e outros integrantes da Rede, como instrumentos que possam ser favoráveis ao seu aprimoramento e úteis no fortalecimento e avanço da situação.

Esso Alencar

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