Acre Ano

6 setembro, 2011

Iº Seminário Cooperativismo Musical (Rio Branco, Acre - ag/2011)

agosto de 11,

O que vimos em Rio Branco e que nunca nos deixará esquecer de lá foi a
paixão.

Mesmo os menos românticos sabem que algo aconteceu naquelas cenas
desdobradas nos dias no Acre.

O impulso, os ímpetos, intransigências, os bastidores, os ensaios, as
comoções, as composições …

Tudo isso fez do primeiro seminário um momento singular nas nossas próprias
trajetórias, artísticas ou não, nos levando a marca-lo com essa significatividade.

Parabéns!, para todos nós.

Os envolvimentos que presenciei, as dinâmicas, as discussões acaloradas, os
embates …

E acima de tudo, a música. Ela a nos puxar para o entorno desse eixo
monumental, que dá centro ao Brasil.

Sua música. A minha música. A nossa música. Um patrimônio que agrega ao país
o seu ponto cultural mais forte.

O futebol não chega(rá) aos pés do que significará a bola alta da música num
futuro para onde apontam os tempos. hehe.

Para mim, além do fortalecimento político como resultado, foi muito
importante o impacto artístico, o que me gerou grande alegria.

Quero dizer, a bateria alta pa caramba do André lá no beco, tocando com
aquele guitarrista acreano louco e incrível, Charles Ssampaio, acho.

A apresentação emocionante e inesperada do Álvaro Santi, a beleza de Estela,
o bandolin do Tony, o baixo do Sarkis, a simpatia do Cícero, …

A verve do Makely, a espontaneidade de todos, … Ah, isso foi bacana de
ver e eu fiquei feliz em ter vivenciado esse processo.

E, no mais, que voltemos outra vez ao Acre, para vermos o seu rio cheio.

leia a coluna a/cEsso

Me visite no Sítio!